Proprietária da lancha que naufragou em Santarém deve apresentar plano de salvamento à Marinha

A empresa proprietária da Lancha Veloz, que naufragou no Rio Amazonas próximo à Ponto do Urubu, em Santarém, oeste do Pará, na manhã de terça-feira (5), terá que apresentar à Capitania Fluvial de Santarém o plano de salvamento da embarcação.
 
Uma reunião para tratar sobre o assunto foi realizada na tarde de quinta-feira (7) na Capitania Fluvial de Santarém, entre o capitão de fragata Robson Ferreira e o proprietário da empresa. A Marinha pediu celeridade nas ações.
 
Depois que o plano for apresentado à Capitania, será encaminhado ao Comando do 4º Distrito Naval, com sede em Belém, capital do Pará.
 
A lancha fazia a travessia da comunidade Santana do Tapará para a cidade de Santarém, sob chuva intensa e fortes ventos. Ao se aproximar da Ponta do Urubu, o impacto das ondas na lateral da lancha teria feito com que a embarcação tombasse, afundando rapidamente.
 
Segundo informações do comandante da lancha, naquele dia ela trazia 14 passageiros. Após o naufrágio da lancha, somente 12 passageiros e os três tripulantes foram resgatados por barcos pesqueiros que estavam na área. Os passageiros Evanilson da Silva Leal, 38 anos e Maria Eurídice da Silva, 72 anos, seguem desaparecidos.
 
A Capitania Fluvial de Santarém tem comandado as buscas no perímetro onde ocorreu o naufrágio. As buscas superficiais são realizadas por mergulhadores do 4º Grupamento de Bombeiros Militar (4º GBM). Nesta sexta-feira (8) as buscas foram retomadas por volta das 8h. Familiares dos desaparecidos acompanham os trabalhos e uma lancha da empresa proprietária da embarcação que naufragou dá suporte às buscas.
 
Fonte: g1

 

        

 

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