Semana do Bebê terá palestras e ações de cidadania em Santarém

Crianças, pais, professores e funcionários das unidades e espaços de educação infantil de Santarém, oeste do Pará, vão receber palestras e ações de cidadania a partir desta segunda-feira (5), durante a programação da Semana do Bebê.
 
A iniciativa tem apoio da Unicef e visa garantir o cumprimento dos direitos das crianças, reduzir a mortalidade infantil e dar prioridade aos cuidados durante os primeiros dias de vida, e terá como tema “Cuidar, educar e brincar na primeira infância”.
 
Serão atendidas crianças de 0 a 6 anos.
 
A programação encerra na sexta-feira (9) com uma caminhada no final da tarde pelas principais ruas do Centro.
Veja a programação abaixo:
 
5 de outubro – cerimônia de abertura, 9 horas da manhã, na Escola de Artes Emir Bemerguy;
 
6 de outubro – Dia “D” da semana do bebê, 7h às 18h no Centro de Referência de Saúde da Criança;
 
5 a 9 de outubro – serviços de emissão de certidão de nascimento, palestras e atendimento especial às crianças nas unidades básicas de saúde;
 
6 a 8 de outubro – palestras voltadas para o tema: “Cuidar, educar e brincar na primeira infância”, ações que serão realizadas nas Umeis, Emeis e Escolas de Educação Infantil da Cidade, Planalto e Rios;
9 de outubro – caminhada de encerramento, às 17h, Concentração na Praça da Matriz, percorrendo a Avenida Tapajós até a Praça São Sebastião. Já a partir das 18h serão realizadas ações culturais na Praça.
Mortalidade infantil
 
A mortalidade infantil no mundo foi dividida por dois em um quarto de século, mas apenas 62 países em 195 conseguiram atingir os objetivos definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) - segundo números divulgados pela ONU.
 
A mortalidade global de crianças com menos de cinco anos foi reduzida em 53% nestes últimos 25 anos, mas para vários países a meta estabelecida pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) não foi estabelecida, segundo estudo publicado em setembro na revista médica "The Lancet".
 
A mortalidade infantil mundial passou de 12,7 milhões em 1990 para 5,9 milhões em 2015, segundo estudo estatístico realizado por membros da ONU e suas agências Organização Mundial de Saúde (OMS) e Unicef.
 
Fonte: g1

Comentários

Nenhum comentário encontrado.

Novo comentário

 

        

 

Newsletter

Assine a nossa newsletter: